quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Poção Mágica

Recebi um e-mail da D. Iolanda pedindo uma poção mágica para acabar com as formigas que estão infestando a cozinha dela. Segundo D. Iolanda, as formigas atacam até o açucareiro e ela tem que guardar dentro da geladeira. Ela não quer colocar veneno porque é na cozinha onde tem os alimentos e pode contaminar tudo. Não gosto de escancarar assim “minhas poções mágicas”, mas neste caso, tudo bem. Tudo bem porque tenho dois leitores, sendo D.Iolanda um deles. Fazendo as contas, 50% dos meus leitores estão pedindo para acabar com as formigas doceiras (chama-se assim este tipo de formiga). Esta porcentagem é grande e a D. Iolanda está muito aflita. Neste caso vou fazer uma exceção. Vamos à poção.
Primeiro tem que saber onde fica o ninho ou formigueiro. Geralmente o formigueiro fica perto da pia ou janela. Preste atenção principalmente à noite porque elas fazem o caminho de volta.

Ingredientes da poção:
Álcool (este que se compra em qualquer mercado)
Água
Uma seringa sem a agulha

Modo de fazer:
Em um copo americano, coloque o álcool até a metade e complete com a água. Mexa para misturar a água com o álcool e depois, com a seringa, encha com esta mistura e vai aplicando onde está o formigueiro. Tome cuidado ao lidar com álcool, fique longe do fogo.
É tiro e queda, as formigas irão desaparecer da sua cozinha. Também se pode usar esta “poção” nos formigueiros do jardim da casa.
Tenho também uma ótima para afastar as moscas, mas esta é outra história.
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Mágica!!

Deem uma olhada neste vídeo. Escolha qualquer uma das cartas que o mágico mostrar. Ele vai fazer a sua carta desaparecer.



Pode tentar várias vezes com cartas diferentes que sempre vai sumir a que você pensou. É um truque (óbvio) muito interessante, experimente!
(Idéia do ótimo 21centígrado)

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Que coisa

Ta difícil ser humano hoje em dia. Gosto de assistir o jornal na TV, mas hoje quase coloquei um balde em baixo tal eram as notícias. O balde tinha o propósito de aparar o sangue que eu pensei que escorreria frente aos acontecimentos.
Confronto entre moradores e policiais, incêndio, depredação de carros e casas, pedradas, tiros. Cruzcredinho parecia uma guerra. Pior que era guerra mesmo, não era filme e acontecia bem ali na esquina de casa. Ta certo, não foi na minha esquina, tou bem longe, mas poderia ter sido.
Mais cedo soube dos que morreram por bala perdida, do caso do casal que foi passear, o namorado foi baleado e morto e a menina estuprada e baleada e talvez morra também.
E eu achando que o “serumano” estava evoluindo! Depois pensei que pudesse estar involuindo, mas daí me lembrei que a história registra casos medonhos de maldade praticada pelo humano com outro humano.
Antigamente as notícias demoravam muito pra chegar até as pessoas, quando chegavam. Uma carta levava mais ou menos um mês, dependendo pra que banda ela ia e as notícias vinham fragmentadas. Quando chegavam, já eram velhas.
Hoje com o rádio, TV, internet, telefone, etc, no minuto seguinte a gente já sabe de tudo, nos mínimos detalhes. E notícias “de sangue” são as que mais proliferam. Uma pena que a gente se acostuma com toda esta violência, fica banalizada não nos causando mais comoção.
De qualquer forma, coloquei o balde em baixo da TV. Hoje em dia, com esta modernização toda, vai que escorra sangue mesmo?
Eta mundinho velho sem porteira! Mas que o “serumano” é danado e está involuindo, ta sim.
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Pretérito Imperfeito!

Uma boa complicação é se fazer entender por determinadas pessoas na internet. Posso ser delicada, amorosa, queridinha, educada, simpática e outros adjetivos desta categoria, no trato do dia-a-dia com as pessoas que tenho contato no mundo real. Afinal, sou um ser humano sociável e os hábitos da boa convivência foram-me passados pela educação recebida por meus pais. Mas pelo lado virtual a coisa complica e complica muito. Tenho a meu desfavor a falta do olho no olho, a entonação da voz, a dificuldade de encontrar as palavras que meu interlocutor está mais acostumado a ler e também tenho que contar com o estado de humor que ele está passando no momento. Uma palavra a mais ou mal usada gera interpretações comparadas ao conflito na faixa de Gaza, guardadas as devidas proporções, é claro. E para piorar ainda mais, se julgam no direito de fazer a análise psicológica do que se escreveu no MSN, e-mails ou outra forma de contato virtual. Pura balela, porque ninguém sabe como é a situação vivenciada naquele momento. Daí vem à retaliação. Concertar isso é tão complicado e cansativo que chego a pensar se realmente vale à pena. Mas não pensem que não tento concertar o mal entendido. Tento sim e o que acontece, na maioria das vezes, são espaços em branco, silêncios constrangedores, ausências capciosas, enfim, uma total falta de respeito e criancice. Situação que comparo as vividas no meu tempo de infância quando brincava com meus amiguinhos e aconteciam as briguinhas de criança. Falávamos assim: “não brinco mais”. Agora, no presente, o não brincar mais significa a ausência, o abandono, esquecer o tempo onde as forças se juntavam, as palavras eram confortadoras e a compreensão era o ponto forte. Mas eu continuo e não abandono a raia mesmo que todos os espaços fiquem totalmente em branco. “To nem aí”. Como escreveu uma grande poetisa:

Não fale, faça...
Não programe, reaja
Não fique esperando
Venha...
Não precisa entender
Atue...
Canse... E descanse
Satisfeito
Refeito
Sem conceito
Imperfeito
Com defeito
Do teu jeito.

...são minhas atitudes que me fazem errar
ou acertar por ação. Mas não por omissão.(Bandys)♥
(reprodução autorizada pela autora)

Mal dos tempos modernos, onde a globalização aproximou as pessoas, mas as deixou completamente paranóicas.

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Arrumando a Casa

Cheguei neste lugar e tomei posse. Ainda estou arrumando tudo por aqui. Com um pouco de paciência vou deixando do meu jeitinho, bem mórbido, bem ácido assim como as minhas palavras.
Isto aqui estava abandonado, do tipo “navio afundando”. Só ficou um que tratou de me dar à chave da casa, os RATOS saíram antes. Verdade verdadeira, palavra de bruxa, é muito difícil a compreensão dos fatos verdadeiros. Mas esta história fica para o próximo post.
Quem eu sou? Sou Morgana, uma bruxa muito atrevida. Não tenho papas na língua e medo pra mim é uma palavra saborosa.
Sejam todos bem vindos!!