segunda-feira, 13 de abril de 2009

Como se tornar Linda, Rica e Perua


Se alguém estiver interessada em preencher os três quesitos, basta seguir as dicas do psicólogo italiano Giulio Cesare Giacobbe.
Ele aborda o assunto na obra Como se tornar linda, rica e perua - Instruções sobre como usar os homens, sua estréia no mercado editorial brasileiro.

Os italianos costumam ser bem machistas, mas Giacobbe é um dos queridinhos da auto-ajuda e referência na Itália em se tratando da relação entre homem e mulher.
Seu livro revela às mulheres o que os homens desejam delas. Uma espécie de feminismo às avessas.

Segundo o autor, é um livro escandaloso, incorreto, imoral. Uma espécie de O Príncipe, de Maquiavel, ao uso das mulheres.

- Se te escandalizar, esse livro não foi feito para ti. Se bem que, repensando, se te escandalizar acredito que tenhas muita necessidade de ler esse livro - afirma.

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sábado, 11 de abril de 2009

Páscoa!!!!!!



Desejo a todos os amigos que por aqui passam, uma FELIZ PÁSCOA, com muita PAZ, SAÚDE e AMOR!!!!

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sexta-feira, 10 de abril de 2009

Eu tomo Coca-Cola...

Dia desses falei que ia ao centro de compras e me perguntaram curiosos: Onde? Tive que apelar para o inglês e mandar um ‘shopping center’, para que me entendessem. Em tempos de crise, a bola da vez é afirmar que cada vez que um americano vai ao shopping, o mundo fica feliz. Claro, eles importam quase tudo e assim sendo... Quem tem dinheiro forte pode comprar de fora e ainda obter bons resultados. Mas a ideia de que eu, aqui no meu cantinho, devesse ficar feliz quando um americano fosse ao centro de compras, confesso, me pôs a pensar.

Na minha santa ignorância imaginava que a cada Coca-Cola que tomávamos, os americanos é que ficavam felizes. E sempre que um filme de Hollywood estourava em nossas bilheterias, os americanos é que deveriam exultar. Afinal, recentemente o simpático ator americano Tom Cruise parou o Rio de Janeiro, transformando-o praticamente numa Sucupira. Filas e filas para um mísero autógrafo. E celebridades nacionais tomando chá de banco para fotografar a seu lado. Eu pensava que isto é que fazia a felicidade americana.

E quando ligava o rádio nas FMs e ouvia trocentas canções americanas, então. Será que isto não fazia a alegria dos americanos? E quando, com esforço hercúleo, tirando daqui e pondo ali, conseguimos financiar um automóvel de uma grande marca americana, não estamos de certa forma contribuindo para a prosperidade deles? Mas não, são eles que quando vão/iam ao shopping fazem a nossa felicidade. Santa ignorância a minha.

Confesso que toda a vez que vejo pais levando seus filhos aos McDonald’s da vida, imagino uma espécie de felicidade geral na nação americana. Afinal, além de um estilo de vida, de uma ou de outra forma, é mais um royalty entrando nos cofres gringos. Claro que eles ficam felizes. E quando você navega no Windows, do Bill Gates (desde que não seja pirata), não faz a felicidade americana? E quando procura algo no Google, não coopera para o bem-estar do Tio Sam?

Não sei, não, mas cada vez que deixo de dizer fones de ouvido para pronunciar headphones, por exemplo, de algum jeito coopero para o orgulho nacional americano. Afinal é a língua falada na América do Norte, imperando mundo afora. Mas quem deve ficar feliz quando um americano vai ao shopping sou eu, dizem os experts. Eu sei que eles (os experts) têm plena razão no que dizem. Os emergentes vivem/viviam praticamente das exportações para o grande irmão do norte. That’s the way we live(d).

A última flor do Lácio está inflacionada de termos ingleses, fruto da imensa e, inúmeras vezes, benéfica influência norte-americana. Dá mais dinheiro, traz mais sucesso e impressiona mais ao brasileiro chamar uma simples loja de artigos para animais domésticos, de pet shop, por exemplo. Por isso estamos estupefatos com a palpável bancarrota do Big Brother do norte. Se o país do dólar, que só faz subir diante do nosso enfraquecido real, está à beira da falência, imagine nós. Se eles deixarem de ir ao ‘Centro de Compras’, juro, não falo mais inglês.

(Hermes Aquino, publicitário e compositor)

Este texto era tudo o que eu gostaria de escrever. Assino em baixo. E ponto.

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quarta-feira, 8 de abril de 2009

Ontem...Hoje...Amanhã



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sábado, 4 de abril de 2009

Passado...Presente...Futuro(?)

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Esse ano de 2009 é realmente especial. Comemora-se os 160 anos da Teoria da Evolução de Charles Darwin.
Darwin teve a coragem e a falta de escrúpulo de publicar uma teoria dizendo que o homem não fora criado a imagem e semelhança de Deus, mas que era resultado de um processo evolutivo e que, em certo ponto da história, fomos uma espécie muito parecida com os macacos. Santa ingenuidade! Batman!
Até hoje, 160 anos depois existem movimentos contra sua teoria. Movimentos fortes, com perseguições e mortes, mostrando o que há de pior na humanidade.

Desde que os primeiros macacos decidiram usar um osso para caçar e também se defender (como apresentado no filme 2001 de Stanley Kubrick), pouco mudou.

Tudo bem... hoje, temos carros maravilhosamente rápidos, já fomos à lua, vestimos roupas em vez daquele vestuário padrão e antiquado de peles e ainda tem mais, tomamos banho e comemos com talheres, bem, quase todos.

Mesmo com tudo, a humanidade continua ainda sendo um bando de animais. Podemos dizer que um bando de animais bem sucedidos, pelo menos até agora ou talvez pelos próximos 20 ou 30 anos, pois estamos destruindo o nosso planeta.

Somos como o nosso amigo, o cachorro - brincamos, comemos, rosnamos, cuidamos da casa, mas, se nos sentirmos ameaçados, atacamos.

Fazemos isso para defender nossos empregos, quando andamos na rua, trombamos e não dizemos desculpe, não abrimos as portas para os outros e muito menos oferecemos ajuda. Também gastamos mais do que necessário, juntamos mais que precisamos. Parecemos com castores, guardando e guardando...

Vivemos em tocas e principalmente, não paramos de nos reproduzir. Veja só, pouco tempo atrás, éramos 5 bilhões... e agora, pouco tempo depois, somos 6.5 bilhões... logo, estaremos com 10 bilhões...

No reino animal, cada população tem um controlador. O controle populacional é definido por um predador ou, por um chefe. Bastou o controlador faltar ou ter alimento, pronto, a superpopulação acontece.

No mundo dos ratos, isso acontece com freqüência. Eles se mantém estáveis, até que algo acontece, e o responsável pelo ninho dá a ordem para que as fêmeas se reproduzam, mas, em vez delas terem 1 ou 2, todas tem dezenas de ratinhos. Com isso, muitos morrem de fome ou se tem uma infestação de ratos.

Hoje, pode-se dizer que a Terra está infestada de seres humanos e nos falta um controlador.

A história deste planeta é recheada de fatos, onde, populações inteiras foram dizimadas, como no caso dos dinossauros. Se eles ainda existissem, certamente não haveria a humanidade... talvez, eles fossem a vida inteligente do planeta.

A Terra está mudando, o clima ficando mais quente devido ao efeito estufa e logo, teremos muitas mudanças.

Infelizmente se a humanidade, não deixar de lado o seu lado animal, de consumir o que pode, brigar pelo seu terreno, matar e principalmente, parar de se reproduzir, será muito bom, se conseguirmos chegar ao século XXII, imagine ao ano 3000?

A sociedade mundial, nunca foi tão frágil como agora. Todas as economias são tão interdependentes, que nada pode parar. O planeta hoje funciona como um organismo vivo, onde, uma fábrica de celulares, usa material de empresas de dezenas de países do mundo, que também usam matéria prima de outras dezenas e assim vai. O Brasil depende do resto do mundo, os EUA e a Europa mais ainda... se um dia o ciclo de importações e exportações pararem, tudo vai parar.

Pois é, a humanidade que está aí e, segundo os geneticistas não está mais evoluindo biologicamente, está retrocedendo no aspecto social. Vivemos em uma sociedade doente, cheia de dores e de tragédias. A vida humana não vale nada, menos que um par de tênis. Vivemos atrás das cercas, nos protegendo como animais em um curral.

Será que é este mundo evoluído, porém caótico que deixaremos para os nossos filhos, netos e bisnetos?


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Esta charge, por sinal criativa faz uma alusão à evolução da raça humana que se desenvolveu a partir dos macacos chegando ao homo sapiens que se rendeu à máquina, a tecnologia representada pelo micro computador. Contudo, apesar de toda tecnologia e do avanço da raça humana, a verdadeira evolução se dá quando o homem volta para dentro de si mesmo, para o auto conhecimento, valorizando o transcendental em si mesmo e nos outros buscando e preservando seu equilíbrio.

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